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O papel das cidades no enfrentamento às mudanças climáticas

Análise da evolução das cidades rumo ao combate da maior crise ambiental do planeta: o aquecimento global.

Por Tatiana Rolim e Márcio Rios

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A partir do século XVIII quando eclodiu a revolução industrial, a demanda por produtos em larga escala, no entanto a energia tornou-se um elemento limitador tendo em vista a potência das máquinas adquiridas no alavancamento produtivo das fábricas recém-construídas. Com isso aplicou-se uma energia capaz de movimentar estes equipamentos com eficácia, originando o uso intensivo de combustíveis fósseis como carvão mineral e petróleo.

Logo no século posterior, a liberação do gás carbônico em altas concentrações começou a provocar efeitos visíveis. Para mitigar os efeitos severos do aquecimento global, ações realizadas por líderes de todo o mundo têm sido realizadas a fim de conter os avanços dos efeitos do aquecimento global.

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De acordo com o novo relatório das Nações Unidas, atualmente, mais da metade da população mundial vive em áreas urbanas, e com uma projeção para mais de 80% em 2050. Assim como o crescimento populacional tornou-se exponencial, a demanda por energias capazes de suprir o consumo em uma economia de larga escala tornou-se cada vez mais progressiva.

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Conferências mundiais, como a COP21 realizada no ano de 2015, conscientizam os países sobre o papel essencial no combate da crise do meio-ambiente e propõem medidas de sanções de incentivo à adoção de fontes energéticas limpas como a solar, eólica, biomassa, biocombustíveis, dentre outras alternativas e meta de concentração de carbono.

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As cidades têm um papel fundamental no enfrentamento às mudanças climáticas, tendo em vista as consequências do aquecimento global já observadas, como o aumento da temperatura, elevação do nível do mar devido ao derretimento das calotas polares, ocorrência frequente de eventos extremos climáticos (tempestades tropicais, inundações, ondas de calor, seca, nevascas, furacões, tornados e tsunamis), colocando em risco os ecossistemas naturais e a população humana.

 

 

 

 

 

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